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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Avaliação Física


Depois que se atinge os 30 anos as farras gastronômicas e etílicas passam a ter um certo peso literal e desde que aumentei em muito os kilos na balança o controle de peso tornou-se uma questão de sobrevivência: saúde e auto-estima,  e nem vou falar em padrões de beleza estabelecidos pela mídia porque já deu, né? Não consigo ser feliz e nem produzir legal com auto-estima baixa, o que reflete em grande parte das minhas relações.
Nunca fui magrela. Até os 28, 29 anos, fui feliz na linha gostosona, bem brasileira, no quesito perna, bunda, corpo violão. Até então ainda desfrutava dos benefícios que o meu passado de academia e caminhadas em trilhas haviam me proporcionado. Mas depois dos 30… comecei a engordar como uma porca à vésperas do natal, feliz por poder  mostrar os dotes culinários para o maridão e meus convivas, promovendo festinhas para lá de calóricas.
E ó, quase sempre casamento engorda, fato? É um tal de passar o dia namorando na frente da tevê, assaltando a geladeira, é um tal de seduzir o ser amado  pela barriga, que eu vou te contar. E a gente vai junto, né? Que não vai ficar só olhando… e para acabar de consertar, sempre fui chegada a umas biritas.
Então, queridões, foram 20 quilos a mais que se atracaram neste corpo e insistem em continuar. Vergonha de assumir essa tragédia Dantesca? Nem tanto. E como tudo na vida tem um lado bom (e que ninguém duvide disto jamais!), depois de um tempo curtindo os prazeres da boa mesa, percebi ao levar um susto no resultado da avaliação física hoje na academia, que preciso me amar mais e a cuidar mais de mim.
 Ganhar 20 kilos em 4 anos foram melzinho na chupeta, mas as minas (porra, agora também falo minas) sabem que  perder 100g é babado!
Academia, mais caminhadas, encontrar Jesus na musculação, diminuição na quantidade de comida, cortar o alcool e ter atenção nas escolhas serão minhas estratégias.
Tá, mas tudo isso é só para dizer que se alguém aí do outro lado dessa tela pretende mesmo perder peso, o primeiro passo é encarar a verdade: coragem de enfrentar a balança e a fita métrica. Saber o que se tem para enfrentar e estabelecer metas e assim vê o resultado ser atingido.
Suba agora na balança e fique com bastante raiva, com ódio mortal e depois transforme toda essa ira em disposição e suor!
As postagens sobre a minha odisséia em busca do corpo perdido estarão no Lipídeos , porque a turma magra e trincada não é obrigada a ler o quanto eu caminhei, corri ou pulei...

Para quem tem tesão com a tragédia alheia:minha avaliação física

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A cerveja e eu: uma relação fiel

A necessidade de cuidar-me melhor me fez repensar alguns hábitos.
 
Eu já bebi muito, minha gente. A ponto de colocar cachaça no copo de cerveja e falar que era tequila e juro: zero de ressaca. No máximo o que acontecia quando eu estava animada a beber (leia-se: tomar 16 copos de 500 ml de choop) era, antes de dormir, levar cinco litros de água para a cama e beber muitos goles de água durante o sono. Nada de vomitar, nada de dor de cabeça e nadica de nada de estômago “embrulhando”.

Eu era fera: nunca recusava um cervejota com os amigos e ao beber nunca comia nada. A cerveja era meu alimento!
 
Aí vem ele, o divisor de águas: os 30!... e então a bonita aqui começa a apresentar algumas restrições: pau no fígado, nenhuma resistência, de modo que 8 latinhas surtem efeito de um barril, e os dias seguintes a qualquer farrinha etílica, são o prenúncio da morte! A cabeça dói tanto que parece que vou enlouquecer, o enjôo é tanto que se vacilar vomito na cama, e aquela vontade insuportável de comer coisas gordurosas.
 
Diagnóstico: dá mais não. Acabou pra mim. É começar a beber água (eu acho tão chique aquele povo que bebe água - com gás - a noite inteira...). 
 
Até aqui falei da cerveja no meu organismo, e de como é inevitável cortar relações - pelo menos as mais íntimas - com a dita cuja. 
 
Hoje em dia, tenho que admitir que terei que me controlar, beber menos, socialmente como dizem.
 
O negócio é fechar no vinho, na tequila, no rum, quiçá um uísquezinho (com gelinho de água de côco, tanto melhor), ou uma boa vodka com frutas num dia muito quente, tudo em doses muuuuuuuuuuuito civilizadas, senão, já sabe: dá pau no organismo da nêga.

Aos amigos de golo: vcs não perderam uma companheira de cervejadas, só beberei  umas 6 ou 12 latinhas por vez socialmente.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

"Desapegando"

Para que tudo possa fluir melhor resolvi praticar o desapego e encarei de frente os armários da minha casa.

Respirei fundo e me atraquei com documnetos, contas pagas, e muitas roupas.

Retirei do armário roupas que aguardavam serem novamente usadas e que só serviam para me deixar frustrada por não entrar mais nelas e para empaturrar minhas gavetas. Roupas largas podiam até me deixar feliz, mas compactuva com as outras em ocupar espaço.

Roupas velhas, surradas e desbotadas tiveram o mesmo fim, afinal a aparência é o nosso cartão de visitas, fato.

Textos impressos que eu insistia em jurar para mim mesma que tornaria a lê-los foram para o lixo, coisas fofinhas que eram guardadas para relembrar momentos fofinhos foram para o lixo sem dó nem piedade. convites de casamentos, lembrancinhas e afins foram parar na lixeira. Maquiagens, consméticos e medicamentos vencido tiveram o mesmo fim.

Enfim, os resultados são mais espaço nas gavetas, sacolas de doações e mente aberta para o desapego,afinal posso viver sem duas botas marrons e quatro pretas....

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Enfim, 2012.

Não sou muito diferente dos reles mortais e como não poderia deixar de ser, início 2012 com uma lista de metas e desejos. Sei que muitas serão esquecidas ao longo dos 366 dias de 2012, outras serão fielmente cumpridas, outras dependem da conspiração do universo e os demais acontecem sem que se perceba.
Metas para 2012
1)      Cuidar da saúde física e emocional (atividades físicas com regularidade, alimentação de mulherzinha, evitar o álcool e cuidar da espiritualidade)
2)      Dedicação máxima ao curso de Ciências Sociais (me formo esse ano)
3)      Casa limpinha e cheirosa todos os dias
4)      Vida financeira em ordem
5)      Conseguir dois cargos como professora
6)      Conviver mais com meus amigos (amigos, e não a turma do boteco)
7)      Tirar carteira de motorista

Vamo que vamo.